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20 Janeiro 2018 2:02 pm

Mato-grossense é líder em “pegação” na festa da firma e fica em 3º no quesito sexo

Mato-grossense é líder em “pegação” na festa da firma e fica em 3º no quesito sexo

Os mato-grossenses apareceram, mais uma vez, no topo de uma pesquisa. Desta vez, a temática interessa a quase todos: sexo na confraternização da firma.  Apesar de ter ficado em terceiro lugar entre os estados em que as pessoas mais chegaram aos ‘finalmentes’ na festa, MT ficou em primeiro lugar entre os que mais ‘deram uns amassos’.

Os números foram obtidos pela Sexlog, rede social de sexo e swing que existe há mais de dez anos e tem quase 7 milhões de usuários cadastrados, onde as pessoas, geralmente, compartilham fotos e vídeos sensuais e sexuais, trocam mensagens e procuram outras para realizar fetiches e fantasias. De acordo com a assessoria da rede social, a pesquisa foi feita online, com 4243 pessoas, entre os dias 15 e 20 de novembro.

Um terço dessas pessoas respondeu que já fez sexo em alguma festa da empresa onde trabalha, e somente 8% destas foram pegas no flagra. 99% delas não se arrependem e fariam de novo, e 64% dos que não transaram (52%) ou só ficaram nos amassos (14%) afirmou que não continuaram por falta de oportunidade.

São os coordenadores, supervisores e gerentes os que mais ‘se pegam’ durante as festas, correspondendo a 22% dos entrevistados. Os técnicos ficaram em segundo lugar, com 20%, e os especialistas em terceiro, com 16%. Os diretores e presidentes representam 10%, e os estagiários, 5%.

Fora da festa, no dia a dia, o local preferido para os encontros sexuais é o estacionamento (39,4%), seguido do banheiro (28,6%) e da sala de trabalho (16,6%). As pessoas fazem sexo, também, na escada (13,8%), na sala de reunião (10,3%) e na copa (4,5%). Na maior parte dos casos, o sexo foi com alguém de um departamento diferente: 66%.

Os profissionais que mais se ‘divertem’ são os administradores (14,1%), seguidos dos que trabalham com comércio (12,3%). Os filósofos, historiadores e veterinários são os que menos fazem sexo no trabalho, representando somente 0,1% cada.

Depois do sexo, 86% das pessoas afirmam que nada mudou na relação profissional, e 82% relataram que passaram a ter uma relação mais íntima. Apenas 1% se demitiu.

 

Gazeta MT/Isabela Mercuri

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